Uma aflição imperial

Enquanto a maré banhava a areia da praia, o Homem das Tulipas Holandês contemplava o oceano:
- Juntadora treplicadora envenenadora ocultadora reveladora. Repare nela, subindo e descendo, levando tudo consigo.
- O que é? - Anna perguntou.
- A água - respondeu o holandês. - Bem, e as horas.

- PETER VAN HOUTEN, Uma Aflição Imperial.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Eu já falei que sou uma eterna apaixonada? Não por pessoas... Por palavras.
                                                            Sei muito bem que palavras não amam ninguém, mas meu Deus... Como elas me conquistam fácil.
Os meus amores nem se quer existem. Muitos estão presos.
                                                             Presos em histórias.
Nesse vai e vem de letras eu já me apaixonei por muitos personagens.
                                                            Me dói muito saber que eu não vou viver nada com eles, mas a vida é assim mesmo... Não é um conto de fadas, nem nunca vai ser.
Até onde eu faço a minha história? Cadê os príncipes que eu quero nela? Estou aguardando.

- Devaneios de um 14 de maio...

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